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Redescobrindo meu potencial criativo

O resgate do potencial criativo existente dentro de cada um de nós está intimamente relacionado ao retorno do prazer em nossas vidas. Atualmente muitos falam sobre “qualidade de vida”, tema estritamente aliado à necessidade do prazer na construção de uma vida saudável e dinâmica. No entanto, percebemos que cada vez mais este é um tema discutido e pouco aplicado. “Qualidade de vida”, para muitos, é algo inatingível e restrito aos poucos que detêm um poder financeiro mais elevado. Isso será mesmo verdade? Então, estaria a criatividade restrita a classe alta?

O que significa “Criatividade”? Segundo Alexander Lowen, pai da Bioenergética, criatividade é: “…olhar o mundo com uma visão nova. Não tentar resolver novos problemas através de antigas soluções, abordando a vida com os olhos curiosos e abertos e com a imaginação de uma criança.”(in Prazer – Uma abordagem Criativa da Vida, p. 208). Será a criatividade restrita àqueles que têm acesso à cultura? Serão estas pessoas as únicas capazes de intervir em suas vidas de um modo mais flexível? Se atentarmos para o modo de vida de muitas pessoas de … Leia mais

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Autoconhecimento: um primeiro passo rumo ao patamar do respeito

Vivemos em um mundo marcado por fortes exigências. Se você está dentro dos padrões da moda, por exemplo, sofre para manter-se dentro deles. Se você está fora, sofre preconceito (ou coisa do gênero) por não estar dentro. E assim ocorre em todas as esferas, inclusive na economia: se não estamos do lado dos EUA, adeus FMI; e se estamos, não há garantias de que continuaremos a “lucrar” enquanto um país separado e diferenciado do “todo poderoso”.

Diariamente sofremos fortes pressões para que nos comportemos de uma determinada maneira. E essas pressões chegam a nós, na grande maioria das vezes, através de um veículo extremamente necessário na atualidade: a mídia.

A mídia enquanto mídia não nos oferece risco algum. Ela está lá, simplesmente cumprindo seu papel. O risco está na forma como a maioria das pessoas se utiliza dela. Padrões de comportamento são ditados e, com isso, uma massa manipulável torna-se submissa aos desejos e vontades desta “vilã”.

Sem se questionarem, as pessoas começam a agir da forma como DEVEM agir, mas não necessariamente QUEREM agir. A exemplo disso, temos o … Leia mais

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O câncer e as emoções

Podemos nos referir à saúde de uma pessoa somente se tivermos condições de avaliar suas emoções, seu nível de estresse, suas frustrações, a forma com que ela lida com as respostas que a vida lhe impõe, se ela tem ou não motivação (motivos para ação), e, principalmente, se ela continua “sonhando”.

As pessoas sofrem emocionalmente de diversas formas. Algumas até imperceptíveis. E, quando não conseguem exprimir com palavras suas mazelas interiores, o corpo é castigado. 

O ser humano não pode se “dicotomizar”. Separar a cabeça, seu “grande mestre”, do coração. Nem se separar da casa onde mora, do seu trabalho, das expectativas que cria a todo o momento e que, por muitas das vezes, não são correspondidas.

Partindo dessa visão holística, podemos estabelecer paralelo entre a história do ser e sua personalidade, seu funcionamento diante da vida, suas tensões e distensões e podemos entender como ele pode contrair, por exemplo, câncer.

No segundo século, Dr. Galen já dizia que mulheres deprimidas tinham mais tendência ao câncer que as de temperamentos opostos. Também Valliant, apesar de não estabelecer correlações especificas entre … Leia mais

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O possível efeito de estresse sobre o câncer

Muitas vezes recebo pacientes oncológicos que me dizem saber quando o seu câncer se iniciou. Uns mencionam a morte da mãe, outros o adoecimento do pai por Alzheimer, a perda de uma filho, um divórcio, uma aposentadoria indesejada, etc… ou seja, sempre há, anteriormente, uma perda muito sentida.

Em geral, quando o resultado histopatológico chega, há uma relação temporal entre o início da neoplasia , ou da recidiva e o fato traumático mencionado. Não podemos afirmar, porém, que uma perda importante cause necessariamente o câncer. Diversas pessoas sofrem perdas bastante dolorosas e não desenvolvem neoplasias. 

O que podemos afirmar é que uma perda importante que não tenha sido ressignificada pode ajudar o aparecimento de doenças, dentre elas o câncer. 

Ressignificar uma perda é metabolizá-la bem, aceitá-la e transpor o fato criando outros significados para ele. 

Há pessoas que se fixam em um fato e continuam a vivê-lo sem evoluir para outras etapas, não criando outros projetos, outras metas; tornam-se prisioneiros do passado.

Isso causa um estresse continuado e crônico, que mesmo não sendo sentido pela pessoa, vai minando o funcionamento … Leia mais

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Menopausa- maturidade e transformação

Que tormento é esse que faz gritar o meu corpo? Estou chegando aos cinqüenta anos e tudo que sinto me causa estranheza. Seria o climatério? Ondas de calor, como se tivesse um fogo ardendo de dentro para fora. São os tais dos fogachos.

O que está acontecendo é uma diminuição funcional de meus ovários. Quando chega à noite, tudo parece aumentar. Fico ruborizada à toa, como se estivesse envergonhada. Quando chegar a menopausa, a última menstruação, a coisa deve piorar. A irritação será frequente, a libido parece desaparecer. Vou ficar sem tesão? E meu parceiro, como vai lidar com todas as transformações? Minha pele vai ficar sem viço, ficarei sem lubrificação e mais rabugenta. Ficarei com aquele ar deprimido, de que já morri e não sabia?

A vida, às vezes, é bastante dura. E eu havia pensado que, enfim, nunca mais menstruaria e que tudo seria resolvido. Questões médicas surgem: deverei ou não fazer reposição hormonal. Alguns são a favor e outros não. Quantas dúvidas, até porque alguns dizem que reposição hormonal pode causar câncer de mama. Claro que na … Leia mais

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