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Autoconhecimento: um primeiro passo rumo ao patamar do respeito

Vivemos em um mundo marcado por fortes exigências. Se você está dentro dos padrões da moda, por exemplo, sofre para manter-se dentro deles. Se você está fora, sofre preconceito (ou coisa do gênero) por não estar dentro. E assim ocorre em todas as esferas, inclusive na economia: se não estamos do lado dos EUA, adeus FMI; e se estamos, não há garantias de que continuaremos a “lucrar” enquanto um país separado e diferenciado do “todo poderoso”.

Diariamente sofremos fortes pressões para que nos comportemos de uma determinada maneira. E essas pressões chegam a nós, na grande maioria das vezes, através de um veículo extremamente necessário na atualidade: a mídia.

A mídia enquanto mídia não nos oferece risco algum. Ela está lá, simplesmente cumprindo seu papel. O risco está na forma como a maioria das pessoas se utiliza dela. Padrões de comportamento são ditados e, com isso, uma massa manipulável torna-se submissa aos desejos e vontades desta “vilã”.

Sem se questionarem, as pessoas começam a agir da forma como DEVEM agir, mas não necessariamente QUEREM agir. A exemplo disso, temos o … Leia mais

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O câncer e as emoções

Podemos nos referir à saúde de uma pessoa somente se tivermos condições de avaliar suas emoções, seu nível de estresse, suas frustrações, a forma com que ela lida com as respostas que a vida lhe impõe, se ela tem ou não motivação (motivos para ação), e, principalmente, se ela continua “sonhando”.

As pessoas sofrem emocionalmente de diversas formas. Algumas até imperceptíveis. E, quando não conseguem exprimir com palavras suas mazelas interiores, o corpo é castigado. 

O ser humano não pode se “dicotomizar”. Separar a cabeça, seu “grande mestre”, do coração. Nem se separar da casa onde mora, do seu trabalho, das expectativas que cria a todo o momento e que, por muitas das vezes, não são correspondidas.

Partindo dessa visão holística, podemos estabelecer paralelo entre a história do ser e sua personalidade, seu funcionamento diante da vida, suas tensões e distensões e podemos entender como ele pode contrair, por exemplo, câncer.

No segundo século, Dr. Galen já dizia que mulheres deprimidas tinham mais tendência ao câncer que as de temperamentos opostos. Também Valliant, apesar de não estabelecer correlações especificas entre … Leia mais

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